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Resumo: Compressões
da medula espinhal podem ser visualizadas por mielografia, que fornece
o diagnóstico, a localização e, muitas vezes,
determina a severidade da lesão. A mielografia pode ser realizada
injetando-se o meio de contraste tanto na cisterna magna como no
espaço subaracnóide da região lombar. Essa
técnica tem sido utilizada há mais de 70 anos em humanos,
e os tipos de meios de contraste vêm evoluindo, no sentido
de promover baixa neurotoxicidade e alta qualidade de diagnóstico.
Em animais, seu uso foi relatado experimentalmente a partir da década
de 40 e, atualmente, essa é uma técnica necessária
nos atendimentos neurológicos e neurocirúrgicos de
pequenos animais. A presente revisão propõe demonstrar
a evolução dos meios de contraste, as técnicas
utilizadas e a interpretação de mielografias.
Unitermos: Mielografia, cães e gatos
Abstract:
Spinal cord compressions
can be identified through myelography, which helps the diagnosis
by means of indicating the location and, frequently, the severity
of lesions. It can be performed by injecting the contrast agent
into either the cisterna magna or the lumbar subarachnoid space.
This technique has been used for more than 70 years in human patients,
and low neurotoxicity contrast media that allow high quality of
diagnosis were developed. Its use was firstly reported in the early
40s in animal experiments, becoming nowadays a necessary technique
in neurology and neurosurgery of small animals. The aim of this
paper is to present the development of the contrast media, the techniques
used, and how to perform myelographic interpretation.
Keywords: Myelography, dogs
and cats
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